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Praise (palavra imperialista) VIVA (/biba/) Lênin

baratinha
FACELAZY #06 - OS CONFLITOS POLÍTICOS EM VILA BAGANCIÁH

FACELAZY #06 - OS CONFLITOS POLÍTICOS EM VILA BAGANCIÁH

Em nosso último capítulo, avançamos demais no tempo. Por isso, voltemos alguns meses no ponto onde havíamos parado a narrativa.

Reflexo trevoso
Atenção! Esssste artigo é contraindicado em caso de suspeita de síndrome de Otávio

Depois da agressão que sofrera, Estefânia chegou em casa emocionalmente arrasada. Olhou no espelho e sentiu algo que nunca sentira antes. Era como se um ego necrófilo entrasse por seu orifício anal em direção à seu cérebro.

Depois de tomada por tão estranha sensação, teve o ímpeto de passar pó de arroz, sombra preta e batom escuro. Em estado de êxtase de Santa Tereza, a menina, agora não mais cor-de-rosa, se dirigiu à cozinha e serviu-se de uma taça de vinho, batizada com um pouco de sangue que arrancou-se do pulso com uma faca de manteiga naquela mesma ocasião.

Após vários goles da bebida trevosa, Estefânia viu uma figura sinistra materializar-se em sua frente.

-Olá - disse o cavalheiro em tom tenebroso.

-Quem és? - disse a donzela em inexplicável melancolia gótica.

-Chamo-me Lord Byron - respondeu o sujeito com um sorriso enigmático.

Lord Byron

- A que devo sua visita?

- Eu poderia dizer-lhe que minha visita se deve à melancolia desta noite tão silenciosa, ou talvez deva-se em razão dos corvos que me atormentam tanto para que aqui eu venha. Mas a verdade é que eu sempre apareço em noites de lua minguante, quando o nirvana gótico é atingido por alguém em algum lugar do mundo. Quando isto ocorre, o conselho emodemoníaco exige que eu, ou um dos meus irmãos - Edgar e Álvares - visitemos o abençoado, ou melhor dizendo, amaldiçoado.

Lord Byron aproximou-se da menina, antes que ela pudesse dar continuidade à conversa, mergulhou profundamente em seus olhos inexperientes e perguntou-lhe:

-Posso beijar-lhe?

Estefânia assentiu com o olhar e em poucos instantes seus lábios estavam colados com os do Lorde.

Os lábios da entidade tinham gosto de necrochorume, o que exitava a menina.

Neste momento, Meanswell entrou pela porta e se deparou com Estefânia com os pulsos ensanguentados e psicótica no chão.

A beleza de um beijo lésbico gótico
FaceLazy #05 - Os conflitos políticos em Vila Baganciáh

FaceLazy #05 - Os conflitos políticos em Vila Baganciáh

Atenção! Esssste artigo é contraindicado em caso de suspeita de síndrome de Otávio A fecundação

Já havia passado mais de um mês que Estefânia havia concluído sua metamorfose anarcocapitalista, nenhum dia desde então havia sido completamente feliz, afinal, como se pode ser feliz sabendo que o Estado é imoral? Apesar dessa constante tristeza que a assombrava, Estefânia havia conseguido viver pacificamente, conforme o principio de não agressão, durante este tempo.

Zico não havia sido o mesmo depois de suas aventuras em Madrif, pensava em Lola o tempo todo (às vezes mais do que em Marx e Engels), e, por isso, já não aguentava não contactá-la em busca do conforto de sua grave e macia voz.

Não foi necessário, entretanto, que o rapaz ligasse para a dama para que ela o encontrasse. O sentimento de Lola em relação a Zico era mútuo, e sabendo que ele era originário de Vila Moleza, não tardou em apresentar-se na pequena cidade.

Chegando em Vila Moleza, a primeira pessoa a quem encontrou foi Estefânia, à qual se dirigiu em busca de informações que pudessem facilitar a busca de seu amado.

— Olá, madame, poderia dizer-me onde posso encontrar Zico? — disse Lola

— Blerg, por que quer falar com este esquerdoso nojento? Quem é você?

— Permita-me apresentar, sou Lola, a travesti, mas pode me chamar de Miss do bate-coxa. Conheci Zico há algumas semanas e gostaria de falar com ele.

— Entendo... Olha, ele mora na rua Thomas Turbando, é uma travessa da Av. Jacinto Pinto. Mas não tenho tido muito contato com ele desde que me tornei uma ancap... Então não tenho muitas informações...

— Tudo bem, muito obrigada mesmo.

Muito ansiosa, Lola se dirigiu ao tal endereço fornecido pela menina cor-de-rosa, e ali se deparou com seu cavaleiro comunista no jardim da residência.

— Monamu, olha aqui! — disse a travesti

Zico não pode acreditar que via Lola.

— Lola!! Não acredito!

— Querido, queria te convidar para ir dançar forró nesta sexta à noite!

— Mas é claro que eu vou! Adoro um forrózinho! Onde será?

— Na casa do "Mano Véio & Mano Novo"! Mas nada de ficar de safadeza com outras pessoas, heim?!?!

— Onde é essa casa? E é claro, minha dama, nada de cheirar cangote e nada de olhar decote!

— É perto do Bar Constanza, querido.

E assim foi combinado.

O que os dois não sabiam é que Estefânia já planejava ir no tal forró na esperança de conhecer boys ancaps e se divertir um pouco.

Zico, Lola e Stephânea andando na estrada
Três forrozeiros na estrada

O casal e a menina acabaram se encontrando no caminho em direção à casa.

— Estefânia?!? — disse Zico, abismado, ao ver à libertaria.

— Zicomunista?! O que você faz aqui?! — indagou Estefânia com asco.

— Calma, pessoal é s... — tentou dizer a travesti quando foi interrompida.

— MÃOS AO ALTO, ISSO É UM ASSALTO! — disse um homem numa motoca apontando um revólver em direção aos forrozeiros.

O assalto não durou muito tempo, mas o ladrão levou consigo vários pertences dos três, deixando-os apenas com seus respectivos títulos de eleitor (o qual Steph repugnava com todas as suas forças) e a roupa do corpo. Com isso, Estefânia perdeu demasiada e completamente a vontade de dançar, e voltou chorando para casa. Zico e Lola também estavam tristes. Acabaram não indo ao forró, todavia, por outros motivos. O olhar provocativo da travesti combinado à risada sugestiva que dava quando o vento em sua saia quase mostrava os seus pudores animaram Zico.

Os dois se grudaram que nem carrapato em meio ao mato da beira da estrada e Lola louvou seu título de miss. Quando chegou o alvorecer, Zico acordou e deparou-se com a ausência de sua amada e de suas roupas.

Zico desnudo em meio a mata
Zico desnudo em meio a mata

Zico não podia aceitar ser traído daquela maneira, voltou à Vila moleza desnudo (una chica desnuda), cabisbaixo e desesperançado.

Depois de um mês, com um teste de farmácia, Zico verificou que Lola não só havia escoriado seu coração... Ela também o havia fecundado.

To be continuado...
Acre News #06

Acre News #06

POLÊMICAH EN LA TELEH Coni0504 reivindica direitos à VLC
quem cochicha o rabo espicha
quem escuta o rabo encurta
quem reclama o rabo inflama

A empresa VLC disponibiliza um software de reprodução assistida de vídeos e músicas, compatível com diversos tamanhos e formatos de pênis arquivos. O logo da empresa é a imagem de um cone visto de uma perspectiva frontal ou traseira.

Cone Disfrace

Coni0504, um cone argentino muito ativo na internet, abriu um processo contra a empresa VLC Media Player por utilização indevida de imagem. De acordo com o sólido geométrico, a empresa estaria infingindo seus direitos ao vincular à marca com sua imagem, "odeio ser associada ao capitalismo demasiado e completamente malvadón" disse.

Em resposta, o virgem de exatas que coordena a empresa CEO da VLC disse "Um cone é um subconjunto do espaço C, no qual todo elemento v pertencente a C e todo t > 0 real, configurando um que tv pertence a C."

Em uma tréplica ao CEO, Milena afirmou "pra mim eu tava no horário".

My Husbands - Coni0504
My Husbands: Marido de Coni0504 divulgado na rede social Pintorest

"Não é só conta", pronunciou-se ManéMané enquanto media a área de Cone0504 com sua língua linda.

ManéMané lambendo Coni0504
ManéMané medindo a área da superfície de @Coni0405
Funfics da Lia #01

Funfics da Lia #01

ATENSSA1 PRERIGO NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE SEM ÂNOS
Contém: Bandidagem & Delinquência
Relato da Lia: o açougueiro criminal

Meu nome é Julia. Lia J. K. Rowling e eu vou contar uma história para vocês.

Eu era apenas uma garotinha inocente, até que um dia tudo mudou.

Tinha dezesseis anos quando descobri que eu era possuidora de um superpoder. E não era um superpoder qualquer: eu tinha o poder libidinoso erótico do One Direction. Esse poder me permite ver coisas que o chamado mundo real não percebe. Agora eu vou contar para você a primeira peripécia que foi vivida por mim em decorrência dessa habilidade sobrenatural. Atenção, pois não me responsabilizo por eventuais efeitos sobre-humanos que podem vir a ocorrer.

SportaCus fazendo suas piruleta e acrobacia de pernas pro ar

Quando minha mãe deixava eu ir na casa da minha prima, eu assistia aos programas infantis que passavam no Discovery Kids, Disney Channel, TV Globinho, no Boomerang (quando passavam desenhos animados...). Foi quando vi pela primeira vez algo que mudou minha vida para sempre. Algo místico. Divino, celestial, extraordinário, não sei descrever com palavras. Esse algo tinha nome. E esse nome era LazyTown. LazyTown é um desenho demasiado e completamente adictivo e geofágico. Talvez a série mais viciante e prerigosa jamais inventada pelas forças do universo. Quando eu a assistia, ficava completamente alienada e exaltada... Principalmente quando via o açougueiro SportaCus (o rapazote da série) ou a Stephânea (a rapariga). Os dois me impressionavam muito, sabe!?!?! Ficava perplecta com a agilidade e a flexibilidade do SportaCus... Ele dava inúmeros saltos, malabares e piruletas. Agora, quando SportaCus desossava um flango... Suas hábeis mãos frenéticas manuseando aquela peixeira e removendo ossinho por ossinho, numa questão de frações de segundo... Eu ficava completamente hipnotizada.

O açougueiro SportaCus (MagÂnus Scherador) com sua afiada e pontiaguda peixeira
SportaCus com sua afiada e pontiaguda peixeira

Um tempo mais tarde, decidi procurar o endereço de SportaCus na internet, só por curiosidade mesmo, e digitei o seguinte texto na barrinha do Google:

endereco do domicilio de sportacus

porém eu só achei informações sobre seu local de trabalho (açougue), que havia sido fechado pelas autoridades locais de acordo com o que li nesta notícia. Foi então que recordei que o SportaCus vive num dirigível!!! Ai, como eu sou tonta! Mas nas minhas investigações também acabei descobrindo sem querer que o SportaCus na verdade chama-se MagÂnus Scherador, e que ele nasceu na Islândia... (eu acho a Islândia muito sensual) e que ele também fala inglês britânico... Ai... (suspiro) E descobri também que ele era lindoooooo, muito lindo!!! E foi ele quem fundou a Vila Moleza! (LazyTown na língua local)

SportaCus pegando na bola
SportaCus pegando na bola

Foi assim que, um tempo mais tarde, escrevi para a Eliana, do Tudo é Possível, da Rede Record, para poder conhecer ele mais de perto. Uma semana depois, ela me chamou pra ir no programa dela... Quando cheguei, fiquei muito feliz, mas então Eliana pronunciou-se dizendo que ela não tinha achado o tal MagÂnus... Fiquei então demasiado y completamente triste, a ponto de chorar... Mas como eu sou uma negra lésbica de periferia mulher forte, fui somente indo embora pra minha casa, sem chorar, quando senti uma mão em meu ombro... Virei então para trás e suspirei, assustada:

— Li. É você?

Ninguém me respondeu, então eu tratei de tornar a ir em frente, rumo a minha casa. Mas não adiantou, senti de novo a tal mão... Fiquei com medo e tornei a perguntar:

— Li, é você? Me responda, Eliana!!!

Quando me virei para trás, não acreditei! Era ele!!! SportaCus!!!!!!!! Fiquei super, hiper, ultra, mega, power, demasiado feliz!!! Em estado de êxtase de Santa Tereza!!!

— Hi, Lia! — disse SportaCus — Everything good?

— Yes! And you? — eu respondi — Como posso ter a absoluta certeza de que você é o verdadeiro Sportacus (MagÂnus Scherador)? — indaguei-o.

Quando o intérprete dele traduziu o que eu disse, ele... Ele tirou seu gorrinho azul e... Eu pude ver que era mesmo ele!!! (cabelo curtinho e meio marrom...) Depois disso, perguntei a ele:

— Podemos dar “uma passadinha” na Disney, em Orlando?

— Why? — ele perguntou.

— Poque com você seria legal e divertido!!! — eu respondi.

— Let’s Go! — ele disse.

— Mas antes, vamos voltar para a Eliana... — eu disse — Eu gostaria de fazer mais algumas coisinhas...

— But... What is this “coisinhas”, Lia? — MagÂnus pergunta.

Arrastei-o de volta até o programa da Eliana, e esclareci:

— Bom... A primeira é que eu vou fazer algumas coreografias com as músicas "És um pirata" e "Medo". A outra é uma surpresa!!! Mas, Eliana, eu preciso me produzir!!!

Mané Mané lambendo seu viagra matinal
Mané Mané

— Pode ir, Lia!!! O ManéMané está no camarim te esperando, ele é ótimo maquiador! Enquanto ela se troca, gente, eu vou dar um recadinho muito legal para a Delma!!! — Eliana anuncia.

Recado de Eliana

— Lia, já está pronta? — Eliana diz.

— Sim!! — eu disse — Pode soltar a música!

[...ahazei no palco como uma estrela do artipóp farofa...]

— Muito bonito!! — Eliana elogiou — Palmas pra ela!!!

— Very Nice! — Sportacus aplaudiu.

— Eliana, como eu disse, a terceira música será uma surpresa, gostaria que o SportaCus dançasse comigo esta!!! — me dirigi a meu rei — E aí, o que você diz, SportaCus?

— Yes! — Sportacus respondeu.

— Barbiere, music! — eu gritei

Minha performance com SportaCus (éramos muito jovens na época)
THE END
Acre News #05

Acre News #05

SUSTO NO CHURRASCO Açougue clandestino é descoberto nas imediações de Vila Moleza após denúncia

Era só mais um churrasco comum para a família da Silva, até que uma linguiça cortada revelou um interior de marijuana. Com o susto da descoberta e o estado de demasiado e completo schock, os Silva ligaram imediatamente para as autoridades incompetentes.

Calabrisa
A própria

Os agentes rastrearam a fonte da linguiça como sendo um açougue localizado em Vila Moleza, administrado por MagÂnus Scherador, vulgo SportaCus. O açougueiro afirmou que os compradores haviam sido advertidos sobre as qualidades da calabrisa. "Eles foram avisados de que linguiça havia sido temperada com ervas", desembuchou Magânus.

Apesar das alegações do açougueiro, a Policia Federal de Vila Moleza fechou o estabelecimento e vendeu apreendeu a mercadoria (majoritariamente composta por cus e linguiças calabrisas). A proprietária do local, a facínora e mafiosa Giulagarta, está foragida.

Glória Maria no churrasco comendo calabrisa
Glória Mariajuana, que estava presente no tal churrasco, acabou ingerindo a calabrisa acidentalmente e ficou #EMpressionada

Grupos anarcocapitalistas se revoltaram com a ação da polícia. "Esses cus e calabrisas eram propriedade privada de SportaCus. Isso é um roubo. Não existe crime em trocas voluntárias. Esses esquerdosos estão cada vez mais perigosos!!!", disse Estefânia, uma representante do MPI (Movimento do Peristaltismo Invertido). Toda vez que crimes desta magnitude acontecem, pode ter certeza de que Giulagarta está envolvida. Pois está.

Com o aumento exponencial do número de crimes ilícitos (quase tão exponencial quanto o cutovelo da Sassá), as autoridades de Vila Moleza e do mundo estão se batendo debatendo a fim de declarar estado de emergência.

De LazyTown para Acre News
Acre News #04

Acre News #04

BOLETIM URGENTE Novas atividades criminais de Giulagarta

Giulagarta, consagrada tratante deste jornal, foi descoberta em novas atividades criminais. Agora, além de praticar serviços ilegais já denunciados aqui (como o tráfico anal e a plastificação de RGs), a meliante também apaga músicas de playlists alheias no Spotify, um serviço de música comercial em streaming muito popular.

Giulagarta apagando playlist no Spotify criminosamente
Tratante pega no flagra em seus crimes cibernéticos

Uma vítima corajosa, ontem, foi ao encontro de Giulagarta para esclarecer o sumiço das músicas com a bandida, que negou o envolvimento com o crime. Entretanto, as autoridades afirmam que enfrentar marginais como Giulagarta na moralzinha de frente não seria a melhor estrategia, uma vez que se correria muito perigo.

Giulagarta, uma meliante perigosa
cuidado com suas playlists, a gatuna musical pode estar mais perto do que se imagina
FaceLazy #04 - Os conflitos políticos em Vila Baganciáh

FaceLazy #04 - Os conflitos políticos em Vila Baganciáh

ATENÇÃO! Esssssste artigo é contraindicado em caso de suspeita de síndrome de Otávio Capítulo 4 - Aventuras na madrugada

As ruas de Vila Moleza estavam geladas e sombrias na madrugada em que Zico fugiu daquela opressora cidade capitalista. A cidade vizinha, Madri, parecia mais amistosa ao proletariado e aos de vida fácil, que se reuniam em bares cheios de pêpérsios (não ligam para o AmbienteLimpio). O menino comunista partia em sua caminhada itinerante rumo à cidade dos esquecidos, engolida pela névoa azul da madrugada que convidava à revolução.

Em meio à escuridão de Madri, em que os bares proletas estavam fechados devido ao horário, ressoava uma luz melancólica e, de certa forma, aconchegante. Ao andar em direção a esta luz, Zico se depararia com um bar de feições convidativas, cujo nome, que lhe honrava o aspecto, era bar Constanza.

Bar Constanza
Bar Constanza

Dentro daquele ilustre estabelecimento, havia pessoas de todo o tipo, e das mais oprimidas pela sociedade de privilégios capitalistas: procariontes, negras de periferia, pansexuais e muitos outros. Entretanto, uma figura destacava-se no ambiente mal iluminado.

Tío Constanza
Típico frequentador do Bar Constanza

Apesar da notável sensualidade da figura acima, quem realmente chamava a atenção não era ela e sim Lola, a travesti.

Lola, a travesti
Lola, a travesti

Ao bater com os olhos em Lola, Zico sentiu que precisava conversar com ela e descobrir as minúcias daquela Místheriossa travesti.

Aproximou-se da bela jovem e tentou iniciar uma despretensiosa conversa com ela. A travesti se autodefinia como "El señor Catra español", pois apesar de sua condição, fecundava as mais diversas moças com vigor gostoso, cremoso, quando acaba a gente quer de novo, tendo mais de 35 filhos pelo mundo afora, um deles sendo Michel Temer.

Zico com Lola
Zico e Lola na penumbra do estabelecimento

Zico, por sua vez, se apresentou como o herói do povo, o doce guerrilheiro do proletariado.

– Você não deveria andar por estas bandas, garotinho - disse Lola, de maneira provocativa.

– Então poderia me apresentar um local por onde seria seguro andar? - respondeu Zico, aceitando o flerte

A travesti deu uma piscadela para o menino, que começou a sentir seus pelos se arrepiarem com o olhar sensual. Entretanto, em um momento de lucidez, sentiu medo e gritou:

– NÃO ME FECUNDARÁS, JAMAIS! – e saiu correndo com medo de ser engravidado pelo Mr. Catra español.

Todo aquele cenário lhe proporcionou um sentimento de nostalgia e arrependimento muito grandes, o que foi o suficiente para que a madura criança de 8 anos percebesse que deveria voltar para Vila Moleza. Aquela madrugada havia sido a mais radical de sua vida desde que injetara Mocoquinha na veia pela primeira vez. Estava já muito cansado de suas traquinagens pela nova cidade.

To be continuado...

Facelazy #03 - Os conflitos políticos em Vila Baganciáh

ATENÇÃO! Esse artigo é contraindicado em caso de suspeita de síndrome de Otávio Capítulo 3 - A fuga

Em seu quarto, tudo que Estefânia conseguia fazer era chorar. Não podia acreditar que Sportacus não a havia salvo.

A menina sentia uma dor excruciante em suas costas, proveniente da queda. E para ignorá-la, colocou seu CD preferido no rádio. Assim que a música começou a tocar, esqueceu-se da dor que sentia e pôs-se a cantar.

Oh, Oh, Oh, Itiz Médjik
Iul nôoou
Néver bãliv is nóti sou...
O canto desafinado logo animou a menina, que pensava em conversar com Sportacus em outra ocasião.

Concomitantemente, Zico afogava-se em mágoas em seu escuro quarto, cujas paredes estavam cobertas por vermelhos cartazes estampados com fotos de líderes SexSymbols como Joseph Stalin e Ernesto Che Guevara.

Zico chorava com o rosto afogado em meio ao travesseiro de penas, o bom proletariado produzira aquele aconchegante tecido que o ajudava a descontar suas mágoas, enraizadas no peito como o Jequitibá na terra.

Ele lembrava-se dos tempos em que os doces inocentes toques de “peguei!” no pega-pega causavam-lhe uma plena e momentânea satisfação com o roçar de dedos em Estefânia, que, então, era sua paixão platônica, a qual ele sempre dava um jeito de passar alguns momentos a mais junto de si.

Mas desde que a menina se transformara em asquerosa neoliberal fascista, o que sentia por ela havia sublimado rapidamente, e no lugar havia-se colocado a dor, o asco e o sentimento de traição.

Não podia acreditar que aquela menina, que por algum tempo ele fora capaz de crer que era uma “companheira”, poderia tê-lo apunhalado pelas costas daquela maneira. A ferida no peito ardia como a brasa de mil sóis, e as lágrimas que envenenavam seus olhos não eram capazes de aliviar a dor de maneira significativa.

O pobre menino já lidava com muitos problemas antes de ter tido seu coração envenenado por completo, por exemplo o fato de que não havia disponíveis cursos de russo e alemão desvinculados de intensões capitalistas: todas as empresas de alguma maneira aspiravam pelo tenebroso e famigerado lucro; fosse com mensalidades ou publicidade, a mais-valia estava ali.

Somado a estes terríveis problemas, agora Zico encarava a realidade de que seus sonhos de revolução ao lado de Estefânia estavam fadados a nunca se concretizarem. Seu coração estava completamente escoriado.

Entretanto, mesmo que o mundo fosse um mar de desilusões e fracassos, ainda existiam coisas boas para as quais deveria viver: existia um grande e comunista sol, esperando para que os grandiosos andassem no capim dourado dos campos com a glória da revolução em seus largos ombros, sob a luz alaranjada do entardecer proletariado.

Zico queria ser um destes heróis... Submergiu do ensopado travesseiro com um novo olhar estampado no semblante inchado pelo choro, apanhou seus pertences e saiu em marcha itinerante rumo à liberdade: só voltaria à Vila Moleza quando seus dias de glória chegassem.

To be continuado...

Facelazy #02 - Os conflitos políticos em Vila Baganciáh

ATENÇÃO! Esse artigo é contraindicado em caso de suspeita de síndrome de Otávio Capítulo 2 – Efeitos das ideias anarcocapitalista

– Estefânia, donde você tirou essas ideias? – indagou o prefeito Meanswell, preocupado.

– Tio, eu tenho 8 anos, você não acha que já sou madura o suficiente para formar minhas próprias opiniões??? Você realmente nunca vai entender, você é aliado às classes "trabalhadoras" – respondeu prontamente a nova ancap (que no dialeto local da Vila Moleza quer dizer "anarcocapitalista") a seu tio.

Meanswell ficou em choque com o que ouviu, mas conseguiu se recompor e numa última tentativa pediu para que a menina tomasse a ducha e fosse dormir. Apesar de ainda estar com raiva, a menina atendeu o pedido para que não tivesse mais que ouvir aquele estatista.

O som da água caindo do chuveiro e as frases proferidas pela garota, tais como "Sonegar é preciso!" "Vote em ninguém!", eram o som de fundo dos pensamentos conturbados de Meanswell. Sentado com os cotovelos apoiados na mesa e as mãos inquietas na sua cabeça inclinada, pensava no que faria caso aquele comportamento continuasse. As opiniões políticas divergentes em Vila Moleza poderiam significar conflitos internos e polarização da população. Como se esse fato não fosse suficientemente alarmante, sua imagem como prefeito poderia ser arruinada: afinal, se nem a sobrinha respeita o cargo dele, quem respeitaria?

"Vá à merda, 'gordo nerd intelectual tímido com mulheres que joga videogame'", era um dos xingamentos que proferia contra Paulo Kogos, uma das figuras do anarcocapitalismo.

A calada da noite chegou, e após sonhar que Vila Moleza havia privatizado os serviços e todos haviam aderido ao Príncipio da Não-Agressão, Stefânia sentiu-se muito decepcionada ao acordar na realidade Marxista alienada. Junto com um sentimento de profunda tristeza, sentiu que deveria conversar com Sportacus, o único que poderia entender sua angústia. Em meio à ânsia de encontrar-se com Sportacus, a única ideia que ocorreu à Estefânia foi a de pendurar-se em uma árvore e aguardar que o exportador chegasse.

Era a primeira vez que saia de casa desde que se tornara uma anarcocapitalista, o mundo tinha um aspecto diferente agora. O céu, que antes parecia ressoar a felicidade em sua imensidão azul de brigadeiro, agora enclausurava Vila Moleza em meio à um espectro cinzento, que encobria as diversas propriedades privadas. O grande e intenso sol era mascarado pelas negras nuvens, a umidade do ar prenunciava uma tempestade. Apesar do tempo ruim, Estefânia não desistiu de sua ideia e foi logo trepar no imenso Jequitibá, cujas raízes centenárias emaranhavam-se na terra da cidade com tanta força que nem mesmo Leo Stronda conseguiria derrubar a árvore - assim como fizera com as irmãs do Ibirapuera.

Mal havia iniciado a árdua escalada, os primeiros pingos de água começaram a despontar da melancólica abóbada celeste. "O céu deve estar chorando por conta da imoralidade do Estado" pensou a rosa menina, abraçada no tronco.

Quando alcançou uma altura razoável, a menina estendeu-se num galho de modo que só se estabilizava pela força dos braços da mãe.

– EXPORTACUS!!! SPORTACUS! – Vociferava, já reconsiderando se aquele fora realmente o melhor plano que sua brilhante mente poderia bolar.

Sportacus descansava em sua banheira de hidromassagem, dentro de seu maravilhoso dirigível. Alarmou-se momentaneamente ao ouvir o grito de pavor de Estefânia, seu impulso de ajudá-la foi logo afogado, entretanto, pela chuva que caía lá fora.

A menina, já consumida por desespero e temor por sua vida, chorava junto com o céu e se molhava com suas lágrimas. Depois de tanto tempo se segurando, os finos braços cederam e ela caiu, espatifando-se no chão.

Agonizou no chão por alguns eternos segundos antes de levantar-se, seu corpo inteiro lacerava-se em dor. Faltou-lhe voz para proferir o grito de padecimento que o corpo tanto lhe suplicava.

Depois que a tenebrosa tortura que afligia-lhe o corpo tornou-se suportável, Estefânia caminhou em direção à casa de seu tio estatista.

– É isso que dá ser ancap – clamou Meanswell, quando a sobrinha chegou, deplorável, à casa. A única resposta que o prefeito obteve foi a pancada na porta que a libertária deu ao entrar em seu quarto.

To be continuado...
Acre News #03

Acre News #03

BOLETIM URGENTE Giulagarta anda insolentemente nas ruas sem dar espaço para as pessoas andarem

Foi notificado na tarde de terça-feira 28/06, ontem, que uma lagarta petulante e aparentemente impassível andava vagarosamente com sua enorme mochila opressora nas calçadas da rua Cubatão no bairro do Paraíso, em São Paulo, impedindo que pessoas a ultrapassassem.

Meliante Giulagarta impedindo a passagem com sua mochila opressora
meliante impedindo a passagem

O caso foi notificado, mas a meliante ainda não foi encontrada. Apesar disso, testemunhas afirmam tê-la visto na rua opressora Afuenso de Freitas, onde assassinava procariontes desfavorecidos pela sociedade de privilégios eucariontes.

Essa última constatação causou comoção no Twitter, onde foi promovida a hashtag #FimDaCulturaDeAssassinatoAosProcariontes.

As manifestações não se mantiveram no mundo virtual, houve também uma passeata na avenida Paulista; "Esse caso praticado por Giulagarta não é uma raridade, os procariontes estão sendo exterminados" disse uma ativista do MLBP (Movimento de libertação das Bactérias e Procariontes).

Yakult é assassinato
Protesto na avenida Paulista, em São Paulo
Identidade?

Identidade?

Mas, afinal, quem é Giulagarta?
Nível 9999
Evolui de Lagartojoja Coloque Giulagarta no seu cu

Giulagarta

999999 HP
Exportadora anal. PiriEmogótica. Letal.
Poder supremo: plastificação de RG
Poder secundário: apagar músicas de playlists no Spotify
Utilize esssta carta da Giulagarta para derrotar seus amiguinhos em todos os jogos de cartas de virgens de exatas que gostam de RPG e RGB estilo Yugioh /iuguiou/ e Pokemón /pouquemão/

"Você quis dizer 'assaltante anal'?", Google, sobre Giulagarta
"Fica de veadagem pra pegar o ...", Anônimo, sobre Giulagarta
"Vai se foder, Luísa", Giulagarta, sobre frase acima
"Nossa que plágio", Leitor hipotético do blog (mas ninguém lê essa merda), sobre estas citações em modelo copiado.

Para os leitores regulares deste maravilhoso blog (que, infelizmente, não existem) que não conhecem a célebre sicária, a qual mencionamos tantas vezes, chegou a hora de conhecer essa bandida.

Giulagarta nasceu em um lugar indeterminado no espaço e no tempo, seu nome de batismo não é conhecido, apesar de tudo indicar que seja Moacira, que para os imgmnorantes significa "Filha do dodói(mas já passou, a titia vai dar um beijinho)."

Apesar de escassas as fontes, algumas informações acerca da formação da figura de Giulagarta são conhecidas pelos geógrafos giulagartenses oceanografos. Por exemplo, o ínicio da mania anal da lagarta está descrita neste blog mesmo!

Além da tara pessoal da ordinária pelo orifício, havia no mercado uma grande demanda por cus de grandes empresas como a Doly a Coca-Cola, que utiliza líquido anal na preparação de seu refresco. Apesar desta enorme demanda, o mercado não se limita às grandes empresas.

Alguns fatores aumentam o risco do assalto e furto anal. Não querendo culpabilizar a vítima, mas Se você não quiser ter seu cu violado por Giulagarta, você deve protegê-lo bem, seguindo às recomendações:

  • Não ir mal nas provas de física
  • Contratar os serviços de uma Cuzeira disponível no mercado
  • Utilizá-lo ao máximo
  • Cuidar dele ao invés dos alheios

Ao analisar as recomendações supracitadas, podemos inferir que os que mais têm seus cus roubados são os famosos fiscais de cu conservadores, pelo fato de serem tão desocupados e frustrados altruístas, se preocupam mais com os cus das outras pessoas do que com os seus próprios, sendo assim vítimas dessa violência.

Uma outra prática cometida pela Lagarta é a plastificação de RGs, esta feita por razões ainda desconhecidas pelas professoras de español autoridades. O que se sabe é que uma vez que se perde o RG ele pode ter tido apenas dois fins:

  • Utilização para efetuação da matrícula na UNIP (neste caso a instituição entrará em contato para confirmar a matrícula e retornar o RG)
  • Plastificação efetuada por Giulagarta (a devolução do documento não é garantida)


Por fim, deixo este post com uma linda mensagem:

IMPOSTO É ROUBO!

Acre News #02

BOLETIM URGENTECus são exportados clandestinamente na Piroga de Cristal
Nesta manhã, foi ouvida uma suspeita cantoria às margens do rio Jaguaribe. Iracema e Martim, que na ocasião pousavam a borboleta no róseo cacto, se chocaram ao ouvir uma melodia assim descrita por eles:
Como era grande a piroga dele
Descendo o rio, correndo pro mar

De acordo com o casal, essa melodia tem sido associada pelos povos pré-colombianos regionais ao tráfico anal clandestino tipicamente praticado na região. "Os cus são roubados dos irmãos da selva e levados para os mares capitalistas através de uma enorme piroga esculpida da árvore Jequitibá", disse a 9vinha experiente dos lábios de mel.

Ainda não está claro para as autoridades a procedência da denúncia, mas há suspeitas de que a famigerada meliante Giulagarta esteja por trás desses cus clandestinos, junto de seu sublime capanga Sportacus (pronuncia-se /ExportaCús/). Moradores locais afirmam terem avistado o vulto da facínora junto a um homem encapuzado, em plena madrugada, na volumosa embarcação conhecida como Piroga de Cristal.
De LazyTown para Plantão Cucaracha
Facelazy #01 - Os conflitos políticos em Vila Baganciáh

Facelazy #01 - Os conflitos políticos em Vila Baganciáh

ATENÇÃO! Esse artigo é contraindicado em caso de suspeita de síndrome de Otávio Capítulo 1 – A transformação

O dia havia amanhecido vadio na capital da preguiça, Vila Moleza. Estefânia não havia dormido naquela noite, as olheiras já lhe haviam alcançado as bochechas de tão expandidas, entretanto os olhos permaneciam esbugalhados, como os de um gato assustado.

No dia anterior, Estefânia havia se deparado com muitas discussões entre Zico, um comunista assumido da cidade, e Sportacus, um capitalista envolvido com tráfico e crime organizado.

A menina cor de rosa, que já estava cansada de não entender nada nos debates decidiu fazer algumas pesquisas no Google. Em meio aos cliques e vídeos que via, deparou-se com algumas pessoas que diziam coisas que ela, com seus maduros e vividos oito anos, achava bastante coerentes. Com isso, quando o relógio anunciou a madrugada, Estefânia lia com voracidade os PDFs e artigos. À uma hora da manhã, lia Mises; às duas David Friedman; às três Walter Block... E assim, entre seus novos melhores amigos, Estefânia passou a antemanhã. Nunca mais ela brincaria com Zico, aquele esquerdoso.

Zicomunista
Zico, aquele esquerdoso

Quando viu que o alvorecer havia chegado, a menina deu um largo sorriso, que combinado com seus olhos assustados, lhe deram um aspecto grotesco. Ela pouco conseguia dizer, apenas balbuciava alguns sons. Até que, de repente, em meio aos grunhidos, surgiu uma frase murmurada:

– Im-impo-posto é ro-rou-bo – sorriu e constatou o que acabara de dizer – Isto mesmo! IMPOSTO É ROUBO!!! – bradou com o peito em chamas.

Ouvindo aquele grito provido do quarto de Estefânia, Mr Meanswell gelou. Será que era aquilo mesmo que ouvira? Correu em direção ao cômodo e se deparou com a sobrinha encarando-o com um olhar sinistro:

– ESTATISTAAAAAAAA – gritou com nojo e pavor

– Acalme-se querida, vá tomar uma ducha, você parece cansada

– Não! Imposto é roubo – disse ela com asco

– Mas, querida, você não paga impostos

– Me poupe, tio, eu e oitenta por cento dos anacaps, pff, é a militância juvenil

Neste momento, Zico, que ouvia a conversa do outro lado da janela, falou:

– Não, Estefânia, nããão! Agora você vai apoiar os geradores de mais valia, opressores, bípedes, brancos, eucariontes e privilegiados pela sociedade capitalista!? Você não pode fazer isso!

– Saia da minha propriedade privada, Zico!! Nós não somos mais amigos!

– Essa não é sua propriedade privada, Estefânia. Não acredito que você se deixou enganar por esse veneno neoliberal escrito pelos malditos detentores dos meios de produção.

– Saia, Zico. Antes que eu tenha que partir para meios menos pacíficos.

– Por Lênin!...

– Saia logo, Zico! E nunca mais me chame de neoliberal, sua puta estatista! Estou avisando! Vou chamar o meu serviço de segurança privada!

– Shhh! Zico, você pode ficar – disse o tio depois de tanto tempo observando a discussão dos pivetes – e, Estefânia, desde quando você contratou um serviço de segurança particular? Vila Moleza tem excelentes policiais bem treinados

– Não preciso destes serviços estatais – disse Estefânia bufando. Parecia que o tio não entendia nada mesmo, ele precisava ler um pouco da Escola Austríaca

– Pode deixar, senhor Meanswell, eu vou sair – choramingou Zico melancólico, apertando seu chapéu, no qual havia bordada uma estrela vermelha

Estefânia parecia orgulhosa enquanto observava Zico afastando-se cabisbaixo. Entretanto, sua alegria não foi duradoura, pois logo lembrou-se que o Estado era imoral.

– Estefânia, donde você tirou essas ideias? – Indagou o tio em tom preocupado, acordando a menina de seus devaneios de anarquia.

Stephânea
Imposto é roubo

To be continuado...

Acre News #01

BOLETIM URGENTEForam apreendidos cerca de 500kg de cus numa bagagem no Aeroporto de Lazytown

Nesta tarde de terça-feira foram encontrados cerca de meia tonelada anal numa bagagem, aparentemente pertencente a Giulagarta

As autoridades locais de LazyTown disseram que medidas severas serão tomadas e que os exportadores de cus não sairão impunes

Um criminoso conhecido nas redondezas, Sportacus (/ExportaCus/), está sob custódia e aguarda julgamento

De LazyTown para Plantão Cucaracha
Jomar

Jomar

Jomar era una cucaracha muy feliz. Además de hermano de la Pepercia japonica, era muy amigo de ella.

Paseaba un día por las carreteras de la ciudad de San Pablo cuando de repiente avistó una bella recatada y del lar correnteza del água. Decidió cair de boca en el pequeño río, que era formado por un vazamiento proposital en un cano de cierto condomínio de una calle burguesa opresora, también conocida como Rua Afuenso de Freitas.

Él se divirtió mucho en flume, pero en cuanto fue salir del líquido un estrupicio decidió chutar-le desumanadamente hasta lejos. Jomar se calló en el agua novamiente, pero con la enormidade del chock él se murrió.

Jomar fue llevado por el dilúvio hasta un buero, donde fue penosamente sepultado por su familia.

Si alguna ves en la vida usted pasar por la calle Afuenso de Freitas, recuerde siempre del alma de Jomar, y pense que él deve estar en Paraíso. Bien, al menos sus restos mortales, pues el murió en Paraíso.

Local de la muerte de Jomar
Local do assassinato
Reconstituição do crime do assassinato de Jomar
Reconstituição do crime realizada por uma forense renomada
O próprio Jomar
O prório

O início de uma carreira

ATENÇÃO! Esse artigo é contra indicado em caso de suspeita de síndrome de Otávio

Nunca se imaginaria que seus membros – se é que podemos chamar desta maneira tão vis patas – fossem ser capazes de proceder com tal desumano ato sem vacilar nem por um segundo.

Os olhos de Giulagarta não titubearam. As janelas de sua alma não revelavam um interior; não se sabe, entretanto, se isso fora causado por cortinas, que impediam intencionadamente a visão daquele interior plastificador, ou se de fato não se revelasse mais do que o vazio existencial experimentado pela meliante naquele momento. O que se sabe concretamente são os efeitos desse oco. Aquele primeiro ânus desenraizado das nádegas de seu dono marcou a lagarta de alguma forma.

Não fora premeditada tal atrocidade. A larva andava pelas ruas com seu estilete suíço super afiado, como usual. Quando, de repente, tropeçou em um mashmallow e, acidentalmente, seu estilete rasgou as ancas de um pedestre, arrancando-lhe o cu.

O sangue jorrou na calçada e o ânus jazia no asfalto.

Giulagarta, que não entreluzia sentimento de culpa, colheu do chão aquela parte decepada e guardou no bolso de seu casaco. É com isso, que nos chocamos mais. A ordinária não teve dúvida, nem nojo, nem esboço de sentimento ao catar o órgão. Ela ainda não sabia, mas a parte tinha alto valor agregado no mercado negro...

E foi assim o início de uma grande carreira criminosa.

A lagarta seguiu, friamente, arrancando cus mundo afora. E, junto com seu comparsa, Sportacus, organizou um esquema de exportação anal em escala mundial.

A gênese do ódio

A gênese do ódio

A neve é fria, mas não mais gelada que seu coração... Dias álgidos são mais suportáveis que o vento glacial que lhe vem d’alma.

Nas montanhas mais frias, onde a vida não era minimamente cogitada e nem as almas mais penadas ousavam vagar, vivia uma criatura, que subsistia uma existência melancólica e miserável. O passatempo do vivente consistia em afogar-se em devaneios nos quais a vida não era tão só e a realidade tão angustiante.

Todos os dias, antes de dormir, rogava a Deus que lhe acudisse e livrasse-a de tamanhos sofrimento e desespero. Um dia, Deus, comovido com a pequenina Barata das Neves, moveu-a para um vale próximo a uma civilização humana.

Ó como a baratinha ficou feliz com a situação. Olhava em direção ao horizonte e perdia a vida de vista! Prontamente decidiu fazer-se conhecer seus mais novos vizinhos.... Declarado erro suicida que a besta cometeu: os habitantes da comunidade contígua não eram nada amigáveis.... Receberam a pobre à base de chineladas e gritos de horror:

– ¡Necesito ayuda! ¡Dios mío! ¡Una Cucaracha!
– ¡¡¡Ah!!!
– Jesus fucking Christ, a cockroach!!! Ah!!!
– Salvem-se quem puder!!!
...

Cucaracha de las Niebeh ainda jovem sendo assediada com chineladas

Cada grito escoriava uma profunda ferida no desgraçado coração da baratinha. O que fizera a miserável para que fosse alvo de tamanho desgosto e repulsa?

Com o tempo, o anseio lhe foi amargurando mais e mais. Até que depois de certo prazo, as escoriações haviam cicatrizado e petrificado seu não mais tolo coração.

Foi assim, então, que a tão temida Cucaracha de Las Nieves (nombre científico Pepersia japonica) nasceu. Fruto do desdém gratuito e incompreensão alheia.

Dizem os que têm ouvidos atentos que é possível ouvir os plangores e lamentos da criatura nas noites mais quietas e frias do ano. Clamam que a razão do pranto é desconhecida. Será que são tão cínicos assim? Ou será que a culpa tanto assim os consome?

Relato de Florencio Hernández

Relato de Florencio Hernández 30 de junio de 1996

Ya lo sé qué no tengo muchos minutos para vivir, por lo tanto, voy a registrar lo que he visto para qué todos sepan lo que pasó a mí.

Mi nombre es Florencio Hernández y soy un estudiante de medicina en la Universidad de Salamanca. Desde niño he oído historias de una creatura que supuestamente vivía en las tierras de la América del Sur, cuyo nombre era Cucaracha de las Nieves. Me decían que los primeros relatos sobre la creatura fechaban de los tiempos de la colonización española; los colonizadores, que se aventuraban en las montañas que hoy corresponden a los andes argentinos y chilenos, decían ver un monstruo en las montañas llenas de nieve.

Naturalmente, yo, curioso que era, nunca había dejado de fantasear sobre la cucaracha, soñaba en encontrar a ella.

De haber pasado tiempo, crecí y decidí hacer mi tan soñado viaje a América del Sur. Empecé a prepararme hace aproximadamente cinco meses. Partí el 12 de junio de 1996 para Buenos Aires.

En Buenos Aires conocí a Diego Romero García, un aficionado de la Cucaracha de las Nieves así como yo. Diego, no obstante, decía ya haber visto a la Cucaracha. Eso me puso demasiado y completamente feliz, pues que mis posibilidades de lograr a ver la cucaracha habían crecido exponencialmente.

Decidimos Diego y yo qué saldríamos por la mañana siguiente hacia los Andes, y así lo hicimos.

Después de una semana viajando llegamos en nuestro destino y empezamos a subir la montaña. Pasado dos semanas ya me había perdido la esperanza de lograr ver la cucaracha, mi tiempo de vacaciones estaba terminando y el frío de la montaña nos molestaba mucho. Sin embargo, no tardó mucho más para que un día, cuando caminábamos por un bosque, visemos una creatura qué emitía un brillo intenso. La creatura se aproximó de nosotros y dijo a Diego:

– Why are you here again, dude? Ready to die, motherfucker?

– No hablo inglés – dijo Diego

– Por supuesto qué lo hablas, cabrón. Me has dicho que era un gringo en la última vez que nos hemos visto.

– Mentí

– ¿Preparado para morir entonces, hijo de puta?

– Poco importa si lo estoy o no, no sos real. Tengo esquizofrenia y estoy teniendo un ataque psicótico

– Voy a mostrarte quien no es real aquí, resto del aborto

Con este comentario final, la cucaracha lo golpeó en la cabeza y Diego cayo sin todavía lograr dar su último suspiro, como se ya estuviera muerto y solo esperase por el golpe final.

En un estado de shock, yo corrí hacia el horizonte y ahora estoy escondido detrás de una piedra. Estoy con miedo que la Cucaracha me encontre, pero yo sé que se morir hoy, lo haré feliz. Amo a la Cuc…